Your smile makes me smile.

Eu tenho umas amizades meio instáveis porque eles vivem aparecendo e desaparecendo. Nem sempre os amigos estão lá na hora em que eu preciso, até porque eu nunca peço ajuda pra nada. Nem sempre sabem direito o que dizer ou o que fazer. Nem sempre tem as melhores intenções, mas costumam acertar. Às vezes tem alguns que somem por tempos e tempos, e quando voltam é como se nada tivesse mudado. Tem aqueles que somem por muito tempo, quando reaparecem é uma festa e eu fico mais radiante do que nunca. Tem uns que eu quase nunca vejo, mas guardo um carinho de mãe por eles. Alguns eu até esqueço onde estão, mas não vivo sem saber que eles existem. Felizmente eu sou uma péssima pessoa pra brigar com qualquer amigo meu, simplesmente não sei ficar brigada com ninguém. Eu agora sinto falta de muita gente, queria que muita gente tivesse mais perto, mais disponível, que eu tivesse mais disponível também. Meus amigos não estão sempre acessíveis, os melhores nem sempre estão do meu lado, nem sabem de cada mínimo detalhe sobre mim, não acompanham cada tristeza ou saudade minha, mas sempre que eu pedir eles estarão, sempre que eles pedirem eu vou fazer o possível e quando aparecerem do nada vai ser como se nunca tivessem sumido.

Como toda mulher de verdade eu adoro achar defeito nas outras. Ainda mais se elas forem atrizes super famosas, e consequentemente gostosas, por quem todos os homens ao seu redor babam. Quero deixar registrado que:
- peitos da Jennifer Aniston: silicone,
- nariz da Sandra Bullock: plástica,
- nariz E peitos da Megan Fox: plástica e silicone, respectivamente,
- nariz da Cameron Diaz: plástica.
Já não bastam serem ricas e magras?
Pop desconhecido:

Coisa de nerd:

Trilhas sonoras muito boas e improváveis:

“She was never bored because she was never boring.”

Vou te chamar de Justiça…

Seremos bons amigos e você nunca irá me decepcionar.
( http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=21265803 )
Deixar eu explicar esse post, certo? Tem vezes em que eu tenho vontade de bater muito em alguém/alguma coisa, ou só sair por ai desembestada como um maníaco do parque, ok? Esse post tá aqui pra eu olhar pra ele e imaginar…
Ou: Pouco sobre cheiros, bastante sobre livros, várias coisas sobre a revolta contra os clássicos.
Adoro cheiros. Cheiro de roupa nova, comida recém preparada, chocolate, banho tomado, cabelo cheiroso, perfume de homem, consultório de dentista, loja de roupa cara, cheiro de livro novo hmmm. As vezes eu chego a reconhecer os cheiros das pessoas, das casas das pessoas, e me bate uma nostalgia encantadora. Outras vezes é o contrário, vem primeiro a nostalgia e depois eu começo a ter saudade de um cheiro característico.
Eu ia falar era do livro, o cheiro do livro. Então eu vou falar disso mesmo. Desde que eu sou uma criançinha aprendendo a ler eu adoro livros, adoro ler, sempre li muito bem; até hoje. Hoje no ensino médio em que tentaram me enfiar guela abaixo clássicos como Machado de Assis e Sófocles. Foi ai que eu traumatizei dos “clássicos” . Odeio não entender nada do que eu estou lendo, odeio clássicos, sou traumatizada com clássicos. Quando criança eu comecei lendo coisas que eu escolhia, coisas que eu gostava. Eu tinha um prazer enorme em passar horas e horas na livraria até ela fechar só olhando os livros, lendo um pedacinho de cada, desejando um dia conseguir ler todos aqueles que me interessassem. Hoje em dia esse ainda é um dos meus sonhos de vida, ler muitos e muitos livros. Mas ai, eu me deparei com os clássicos. E a pior coisa disso foi a obrigação de lê-los, ainda mais tendo começado no colégio. E o que eu não gosto neles é essa prepotência, bem do tipo orgulho-de-rico-que-nasceu-rico, é o culto das professoras de português aos clássicos. Eu lembro de ter lido um – acho que posso chamar de clássico da literatura infanto-juvenil – o único que eu gostei até hoje, Reinações de Narizinho, do Monteiro Lobato. Esse eu escolhi ler, e isso foi antes do ensino médio, era um livro da infância da minha mãe, velho, usado, que despertou meu amor por sebos. Eles me atraem com aquele cheiro de poeira e a cor sépia nas estantes, o usado, o desgaste, o mofo, as páginas velhas. Tudo isso parece tão fantástico, ainda mais se você for levar em consideração o preço.
De qualquer maneira, comprar livros é um prazer enorme, pelo cheiro, pela possibilidade de tê-los e poder ler a hora que eu quiser. Se eu pudesse compraria livros o tempo todo, mesmo que eu não conseguisse le-lôs todos, ao menos eu teria eles ao alcance da mão. Assim como hoje existem os defensores dos CDs ou LPs eu serei uma eterna defensora dos livros, porque poder virar a página e sentir cheiro de livro novo não tem facilidade tecnológica que supere. Além do mais, livros são ótimos assentos, ótimas prateleiras emprovisadas, ótimos apoiadores de copos. Eu adoraria ter uma casa cheia deles só pra fazer pilhas e pilhas de livros pra serem lidos e sentados.
Sorvete é felicidade *O*

Felicidade é sorvete *3*