“Jenny ficará ótima, porque Jenny sempre faz tudo para conseguir o que quer. Hoje, minha irmã afastou a todos da vida dela. Mas amanhã ela estará no New York Times. Só não paro de pensar se ela é a única que tem coragem na família.”
Gossip Girl, 2ª temporada, 9º episódio
Eu não pude deixar de notar especialmente essas frases. Porque eu já ouvi muito de muita gente que “eu sempre faço tudo pra conseguir o que eu quero”, mesmo eu não fazendo realmente de tudo, mesmo eu não conseguindo realmente tudo o que eu quero. Por outro lado eu vejo muitas pessoas olharem pra mim e verem a coragem e a ousadia que elas gostariam de ter. E eu sinto muito orgulho da minha coragem meio Leila Diniz de ser.
“Você está me desobedecendo?! Não é de se espantar que eu não queira passar tempo com você!”
E isso foi outra parte do mesmo episódio onde uma mãe disse pra filha essas palavras. Não é pelo que as mães falam quando estão conscientes, é pelo que elas falam quando estão inconscientes. Explodindo eu diria. Pra elas pode não ser muito importante o que elas estão dizendo naquele momento, o mais importante é deixar sair toda aquela fúria de mãe, aquela proteção de quem só quer o seu bem e por isso talvez nem saiba o que é o seu bem. Mas o que as filhas (nem tanto os filhos, mas sim As filhAs) vão gravar na memória, a visão que elas terão da mãe, sobre o que elas dirão para os amigos são exatamente as palavras inconscientes.
Outra situação que eu já quase senti na pele. O pai acusando a filha pro policial. E eu já fui ameaçada, o que é o suficiente pra eu criar monstros na minha cabeça e não confiar mais. E ainda vem me perguntar porque eu fico tão nervosa ao contar a verdade, talvez porque ela venha sempre com cobras e lagartos.
Essa questão de coragem afinal é como o Dan disse depois: “Eu podia fazer, eu só escolhi não fazer”. Você pode tudo, só resta escolher fazer. Acho que vale a pena arriscar.
P.S.: Na foto é a Taylor Momsen, que interpreta a Jenny Humphrey, a mesma do primeiro texto ali em cima.
Sabe, não é muito legal ler seu blog escutando “Asian Kung-Fu Generation”…
Sabe, me lembra o que a gente passou.
Sinto sua falta, estou com saudades.
Esse foi o post mais atual que vi, e pelo que parece você está bem.
Não irei comentar sobre o post.
Só direi que algumas vezes penso muito em você, mas não gostaria de ter você do meu lado outra vez.
Que você foi muito importante pra mim, me fez sorrir várias vezes e chorar muito mais. ^^
Te ver indo até o Vivo Rio naquele dia mexeu muito comigo.
Achei que ia ter um infarto, mas resisti.
Mas te ver, me fez pensar.
Me fez pensar que deveria te esquecer.
Ou pelo menos deixar aquilo para trás.
Sempre dizia que não tinha aprendido nada com você, e vejo que é mentira.
E não sei se deu pra perceber, mentir não é muito comigo. ^^
Queria te dizer que foi uma grande amiga também e que estou criando coragem (hoje) para te dizer isso.
Notei que não posta há muito tempo.
Não que eu me importe, não leio seu blog mais mesmo.
Mas não deixe de escrever não.
Estou quase terminando o livro que estou escrevendo.
Tem um capítulo seu, mas não se preocupe, não disse mal de você. x)
Enfim, queria dizer que sinto muito sua falta, do sexo, dos sorrisos, dos sonhos não realiazados, da confiança que eu tinha em você.
Não sei se voltarei a ver seu blog, mas se for pra ver, me dá um motivo outra vez.
Já sabe como me achar.
Até.
F.