
Até eu decidir o tema desse post foram dias, foram horas e agora pouco vários minutos. Já que eu não sei o que falar, vou falar sobre tudo que me passar pela cabeça.
Ouvindo: Cds do Leoni
Tenho agonia de gente que não se impõe, que se acostuma e não toma as medidas necessárias pra sair do lugar. Tem amor de sobra, acho isso a melhor coisa do mundo. Eu sou muito egocêntrica, e adoravelmente arrogante, quase insuportável, mas irresistível, sabe como é? Logo, eu amo ser o assunto. Estou mais discreta do que nunca, porque tem coisas que eu aprendi a esconder de verdade, de todo mundo, acho bom. Dançar é uma terapia, deixar alguém te guiar por um salão é simplesmente leve. Ser uma garota não é horrível, na verdade é ótimo. Eu não sei muito bem, é, eu não sei direito como eu cheguei aqui, como eu sou onde eu estou o que eu vivi. Creio sobre isso que eu tenha muita sorte, que o mundo seja muito injusto por ter me dado tamanha sorte, mas de que adianta reclamar de algo tão bom? Isso me lembra aquele assunto, não acho que as pessoas deveriam deixar de fazer o que gostam, por ser moralmente errado ou qualquer coisa do tipo. Da série “If it makes you happy, it can’t be that bad” um dia disse Sheryl Crow, muito espertamente por sinal.
Ahh, eu to feliz, a vida é boa.
Ouvindo: Músicas da Sheryl Crow