Reescreva











{13 Abril, 2008}   Pin-Ups

Devo dizer que a ansiedade me matava para escrever esse texto. Hoje encontrei inspiração suficiente assistindo “O Pecado Mora Ao Lado”, com a Marilyn Monroe.
Agora, deixe-me começar por: pin ups contemporâneas? Garotas tatuadas, furadas, magrelas e de batom vermelho não são pin-ups. Isso não existe, não é porque os tempos mudam que podem reiventar os estilos das pin ups e de repente qualquer mulher que colocar um batom vermelho e uma roupa de bolinhas seja um pin-up, não é. Pin-ups marcaram uma geração, eram o maior símbolo sexual para os nossos avós e é inaceitável querer adequar essa visão para industria atual.
Um fator que sempre é esquecido ao lembrar o que são pin-ups: mulheres com corpo, curvas. Exatamente por esse motivo eu não considero de maneira alguma a Gwen Stefani uma delas, apesar de eu ser fã do estilo dela. Pin-up nenhuma “virou” uma pin up! Elas nascem pin-ups. Ao longo dos anos ganham a cinturinha fina, quadril largo e busto, mas não perdem a ingenuidade, o rosto delicado de menininhas e uma sensualidade natural. Elas não são vulgares, elas não são putas.
A melhor forma de descrevê-las é pensando em uma ninfeta crescida. Infantis e sensuais. Quem já leu Lolita sabe do que eu estou falando, apesar de infantis sabem do seu poder de sedução natural.
Falando em ninfetas fico quase com remorso de daqui a alguns meses fazer 17 anos e definitivamente deixar de ser uma ninfeta, mas tudo bem, desde que eu passe como pin up ;D

Enquanto isso:
OhGod! Estou produzindo meu primeiro evento! É estressante e difícil, mas que bom que eu gosto e sou calma. Afinal, se e a vida corrida não me agradasse a vida calma deixaria entediada.
Se eu parasse de ouvir “isso não vai dar certo” ou “você apaixonada? -inclua risada sarcástica” então não seria eu, né?

E se eu reclamar de alguma coisa na minha vida, eu estou errada.



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etc.