Reescreva











{3 Dezembro, 2007}   A Cura

p1017321_reescrevendo.jpgCada um de nós tem uma cura necessária para o que a maioria chama de vida, rotina ou dia-a-dia. Todos temos aquele segredo pra anular todos os pormenores do dia. E se não fossse por isso eu imagino que todos nos matariamos a noite para então acordarmos vivos. Acho que é como um estímulo para continuar seguindo em frente. Como um dia disse Lulu Santos: “para todo mal, a cura“.
Ultimamente eu tenho precisado cada vez mais desse estímulo para seguir em frente. Preciso quando a rede que impede a vista da varanda se aperta cada vez mais, quando as chances se esgotam e toda tentativa é falha. Quando os problemas apertam meu pescoço e os olhares até mesmos desconhecidos reprovram e criticam, quando a receita já conhecida de felicidade me é negada. Ou é quando quatro paredes me parecem uma jaula e eu tenho que por máscaras e ser o que não sou. Quando todos estão tão longe e o tédio me domina; então, são nestes momentos e que eu ligo a música como um pedido de socorro. O impacto que ela causa nos fones, passando para o meu ouvido e sendo decodificado no meu cérebro como a salvação é o mesmo que renascer. A música faz eu me sentir como uma fênix, renascendo das cinzas. E quanto tudo desmorona como dominós eu preciso estar com todos os pedaços postos juntos para poder acordar no dia seguinte. Uma dessas partes que devem se juntar é a música, ou talvez só se traduza com música mesmo. Ela junta todas as outras partes estraçalhadas e as recupera como mágica. Me lembra que eu não sou apenas o que as críticas revelam. Música me lembra o quanto eu gosto de mim sem me importar se outros gostam ou não. Com ela sei que eu posso ser quem quiser, a música não é exigente.
Música é amor, muito amor.
Música, e somente ela, é a cura.

 Enquanto isso: skellington.png
Sobre a tal foto 3×4 que eu citei no post anterior, eu fiquei parecendo Jack Skellington nela. Vai entender…
E esse ano eu dou razão para os professores não quererem me dar ponto extra nenhum no conselho de classe e por isso eu ficar em incontáveis provas finais. De acordo com minha professora de espanhol meus belos olhos verdes “hipnotizaram” meus amigos. Até me sinto culpada. Porém, tenho pretensão de recuperar minha fama de santinha no ano que vem, aparências são necessárias no colégio (desculpem a sinceridade).
Ah sim, continuo doente, delícia. Cof cof pra lá e atchim pra cá. Sem contar a maldita garganta. Pelo menos as dores de cabeça bombásticas pararam.

O_O hey, você! É, você que entrou aqui e leu tudo isso (ou não). Eu posso te ver, sei quem você é e onde você mora. Então deixe de timidez e saia desse falso anonimato, diz ai o que você achou ;D

ps: na foto fofa ali em cima, minha pessoa e meu antigo fone. Era descartável e eu não sabia, só pode!



Convenhamos: não parece uma criança de uns 6 anos na foto acima?



leticia disse:

nhaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
menininha fofa vc non precisa se fazer de santinha esse rostinho fofo jah diz issu
e mesmo q vc esteja passando por momentos dificeis fike sabendo q os amigos sempre estarao aki

te adoro lindaaaaaaaa moreninhaaaaaaa

ass: ruivinha
rs bjo



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etc.